A “Roma Eterna” Lefebvrista
No meio lefebvrista é difundida a ideia de uma suposta "Roma Eterna" em oposição à Igreja oficial, visível, em plena comunhão com o Papa. A razão dessa distinção seria a de que, segundo eles, a estrutura oficial da Igreja rompeu com a Tradição, ou, como muitos a chamam, com a “Igreja de sempre” e estaria conduzindo os fiéis à perdição por meio dos novos ritos dos sacramentos e de doutrinas errôneas.
Essa mentalidade foi incentivada por Mons. Lefebvre, em alguns de seus discursos:
Em 1974:
“Apegamo-nos, de todo o coração e de toda a alma, à Roma Católica, Guardiã da Fé Católica e das tradições necessárias para preservar esta fé, à Roma Eterna, Senhora da sabedoria e da verdade. Nós, por outro lado, recusamos, e sempre recusamos, seguir a Roma das tendências neomodernistas e neoprotestantes que se manifestaram claramente no Concílio Vaticano II e, posteriormente, em todas as reformas que dele decorreram.”[1]
E também em 1988:
“Esta Vida de Nosso Senhor Jesus Cristo está a desaparecer por toda a Igreja Conciliar. Estão a seguir caminhos que não são caminhos católicos: conduzem simplesmente à apostasia.”[2]
Essa posição se agrava ainda mais em um estudo feito por Dom Tissier, divulgado pelos Dominicanos de Avrillé. Nesse estudo, Dom Tissier assume que o Papa está à frente de duas igrejas (não materialmente separadas, mas formalmente distintas), ou seja, a Igreja Católica (da qual, segundo os lefebvristas, eles fazem parte) e a “Igreja conciliar” (que seria uma nova Igreja com identidade diversa da católica):
“Se assim for, temos duas igrejas com os mesmos líderes e a maioria dos mesmos membros, mas com formas e fins diametralmente incongruentes[...] Formalmente considerada, a Igreja conciliar é uma seita que ocupa a Igreja Católica. Ela tem seus instigadores e atores organizados[...] Por outro lado, a Igreja conciliar não coincide necessariamente com a Igreja Católica , nem em seus líderes, nem em seus membros. Os líderes de uma nem sempre são líderes da outra. Os membros da primeira podem, por heresia, deixar de ser membros da segunda, mas não necessariamente[...]”[3]
Alguns lefebvristas procuram justificar a expressão “Igreja conciliar” lembrando que Dom Giovanni Benelli utilizou a expressão em uma carta dirigida a Mons. Lefebvre. Entretanto, mesmo que Dom Benelli tenha utilizado essa infeliz expressão, obviamente não teve o mesmo sentido que atribuem os lefebvristas, uma vez que não se trata apenas de diferença terminológica, pois Dom Tissier tenta demonstrar a existência de uma sociedade formalmente distinta da Igreja Católica, possuindo forma e finalidade próprias, apesar de ser composta pelos mesmos membros e governada pela mesma hierarquia.
Se compararmos os discursos dos lefebvristas com o Magistério da Igreja “de sempre”, iremos notar um grande conflito.
O Papa Bonifácio VIII, na sua Bula Unam Sanctam, ensinou:
“Portanto, da única Igreja há um só corpo e uma só cabeça, não duas cabeças como um monstro; Isto é, Cristo e o Vigário de Cristo, Pedro e o sucessor de Pedro, visto que o Senhor, falando diretamente a Pedro, disse: “ Apascenta as minhas ovelhas ” [Jo 21,17], referindo-se às minhas ovelhas em geral, não a estas, nem àquelas em particular, donde entendemos que Ele lhe confiou todas [a Pedro].”[4]
Se Bonifácio considera monstruosa a hipótese de duas cabeças para uma única Igreja, o que ele pensaria de dois corpos formalmente distintos governados por uma cabeça, isto é, o mesmo Romano Pontífice?
Leão XIII, na Satis Cognitum, ensinou:
“A Igreja, em sua unidade, pertence à categoria das coisas indivisíveis por natureza, embora os hereges tentem dividi-la em muitas partes… Dizemos, portanto, que a Igreja Católica é única em sua essência, em sua doutrina, em sua origem e em sua excelência… Além disso, a eminência da Igreja provém de sua unidade, como princípio de sua constituição – uma unidade que supera todas as outras e não tem nada semelhante ou igual a ela” (São Clemente de Alexandria, Stronmatum lib. viii., c. 17).”[5]
Ou seja, a Igreja é indivisível e possui uma unidade que supera todas as outras. Como pode ser fragmentada em duas realidades com forma, finalidade e identidade distintas e ainda governadas pela mesma cabeça?
Vale mencionar que o termo “Roma Eterna”, muito empregado no meio lefebvrista, foi utilizado anteriormente pelo Papa Pio XII, em um de seus discursos. Porém, com um significado bem diferente do que é atribuído pelos lefebvristas:
“Se um dia (digamos, hipoteticamente) a Roma física viesse a ruir, se esta mesma Basílica Vaticana, símbolo da única, invencível e vitoriosa Igreja Católica, viesse a soterrar sob suas ruínas os tesouros históricos, os túmulos sagrados que contém, mesmo assim a Igreja não seria destruída nem abalada; a promessa de Cristo a Pedro permaneceria sempre verdadeira, o Papado, a única Igreja indestrutível fundada no Papa que vivesse naquele momento, sempre perduraria. Assim é. A Roma eterna, no sentido cristão sobrenatural, é superior à Roma histórica. Sua natureza e verdade são independentes desta última”[6]
O Venerável Pio XII se refere a Roma eterna como a Igreja por completo, visível e sobrenatural, centrada no pontífice. Quando ele afirma que Roma pode ser destruída, está se referindo à cidade, ou seja, as construções. Por outro lado, os lefebvristas falam em duas realidades que se opõem: uma tida como desviada (em comunhão com o Pontífice) e a Igreja Católica fiel à Tradição (supostamente representada pelos seus grupos tradicionalistas).
Essa mentalidade conduz os fiéis à falsa compreensão de que a Igreja Católica verdadeira se encontra nas estruturas lefebvristas, enquanto a estrutura oficial faz parte de uma realidade formalmente distinta que se corrompeu.
Entretanto, na prática, os lefebvristas acabam funcionando como uma Igreja paralela, materialmente distinta, pois organizam suas estruturas com governo, disciplina e administração sacramental independentes das autoridades da Igreja, sobretudo do Papa.
Podemos ver isso claramente: possuem tribunais eclesiásticos próprios, sagram bispos sem mandato pontifício, reordenam sacerdotes já validamente ordenados no rito reformado e administram o sacramento da Confirmação sob condição em fiéis já confirmados. Além disso, orientam os fiéis a não receberem os sacramentos de padres birritualistas nem dos sacerdotes dos institutos ligados à antiga Ecclesia Dei, por considerarem que estariam contaminados pelo "modernismo" ou pelo "acordismo".
Apesar disso, negam exercer uma jurisdição paralela, alegando jurisdição de suplência em razão de um suposto estado de necessidade (cuja impossibilidade tratei em outro artigo: A Impossibilidade do Estado De Necessidade Lefebvrista)
“Apegamo-nos, de todo o coração e de toda a alma, à Roma Católica, Guardiã da Fé Católica e das tradições necessárias para preservar esta fé, à Roma Eterna, Senhora da sabedoria e da verdade. Nós, por outro lado, recusamos, e sempre recusamos, seguir a Roma das tendências neomodernistas e neoprotestantes que se manifestaram claramente no Concílio Vaticano II e, posteriormente, em todas as reformas que dele decorreram.”[1]
E também em 1988:
“Esta Vida de Nosso Senhor Jesus Cristo está a desaparecer por toda a Igreja Conciliar. Estão a seguir caminhos que não são caminhos católicos: conduzem simplesmente à apostasia.”[2]
Essa posição se agrava ainda mais em um estudo feito por Dom Tissier, divulgado pelos Dominicanos de Avrillé. Nesse estudo, Dom Tissier assume que o Papa está à frente de duas igrejas (não materialmente separadas, mas formalmente distintas), ou seja, a Igreja Católica (da qual, segundo os lefebvristas, eles fazem parte) e a “Igreja conciliar” (que seria uma nova Igreja com identidade diversa da católica):
“Se assim for, temos duas igrejas com os mesmos líderes e a maioria dos mesmos membros, mas com formas e fins diametralmente incongruentes[...] Formalmente considerada, a Igreja conciliar é uma seita que ocupa a Igreja Católica. Ela tem seus instigadores e atores organizados[...] Por outro lado, a Igreja conciliar não coincide necessariamente com a Igreja Católica , nem em seus líderes, nem em seus membros. Os líderes de uma nem sempre são líderes da outra. Os membros da primeira podem, por heresia, deixar de ser membros da segunda, mas não necessariamente[...]”[3]
Alguns lefebvristas procuram justificar a expressão “Igreja conciliar” lembrando que Dom Giovanni Benelli utilizou a expressão em uma carta dirigida a Mons. Lefebvre. Entretanto, mesmo que Dom Benelli tenha utilizado essa infeliz expressão, obviamente não teve o mesmo sentido que atribuem os lefebvristas, uma vez que não se trata apenas de diferença terminológica, pois Dom Tissier tenta demonstrar a existência de uma sociedade formalmente distinta da Igreja Católica, possuindo forma e finalidade próprias, apesar de ser composta pelos mesmos membros e governada pela mesma hierarquia.
Se compararmos os discursos dos lefebvristas com o Magistério da Igreja “de sempre”, iremos notar um grande conflito.
O Papa Bonifácio VIII, na sua Bula Unam Sanctam, ensinou:
“Portanto, da única Igreja há um só corpo e uma só cabeça, não duas cabeças como um monstro; Isto é, Cristo e o Vigário de Cristo, Pedro e o sucessor de Pedro, visto que o Senhor, falando diretamente a Pedro, disse: “ Apascenta as minhas ovelhas ” [Jo 21,17], referindo-se às minhas ovelhas em geral, não a estas, nem àquelas em particular, donde entendemos que Ele lhe confiou todas [a Pedro].”[4]
Se Bonifácio considera monstruosa a hipótese de duas cabeças para uma única Igreja, o que ele pensaria de dois corpos formalmente distintos governados por uma cabeça, isto é, o mesmo Romano Pontífice?
Leão XIII, na Satis Cognitum, ensinou:
“A Igreja, em sua unidade, pertence à categoria das coisas indivisíveis por natureza, embora os hereges tentem dividi-la em muitas partes… Dizemos, portanto, que a Igreja Católica é única em sua essência, em sua doutrina, em sua origem e em sua excelência… Além disso, a eminência da Igreja provém de sua unidade, como princípio de sua constituição – uma unidade que supera todas as outras e não tem nada semelhante ou igual a ela” (São Clemente de Alexandria, Stronmatum lib. viii., c. 17).”[5]
Ou seja, a Igreja é indivisível e possui uma unidade que supera todas as outras. Como pode ser fragmentada em duas realidades com forma, finalidade e identidade distintas e ainda governadas pela mesma cabeça?
Vale mencionar que o termo “Roma Eterna”, muito empregado no meio lefebvrista, foi utilizado anteriormente pelo Papa Pio XII, em um de seus discursos. Porém, com um significado bem diferente do que é atribuído pelos lefebvristas:
“Se um dia (digamos, hipoteticamente) a Roma física viesse a ruir, se esta mesma Basílica Vaticana, símbolo da única, invencível e vitoriosa Igreja Católica, viesse a soterrar sob suas ruínas os tesouros históricos, os túmulos sagrados que contém, mesmo assim a Igreja não seria destruída nem abalada; a promessa de Cristo a Pedro permaneceria sempre verdadeira, o Papado, a única Igreja indestrutível fundada no Papa que vivesse naquele momento, sempre perduraria. Assim é. A Roma eterna, no sentido cristão sobrenatural, é superior à Roma histórica. Sua natureza e verdade são independentes desta última”[6]
O Venerável Pio XII se refere a Roma eterna como a Igreja por completo, visível e sobrenatural, centrada no pontífice. Quando ele afirma que Roma pode ser destruída, está se referindo à cidade, ou seja, as construções. Por outro lado, os lefebvristas falam em duas realidades que se opõem: uma tida como desviada (em comunhão com o Pontífice) e a Igreja Católica fiel à Tradição (supostamente representada pelos seus grupos tradicionalistas).
Essa mentalidade conduz os fiéis à falsa compreensão de que a Igreja Católica verdadeira se encontra nas estruturas lefebvristas, enquanto a estrutura oficial faz parte de uma realidade formalmente distinta que se corrompeu.
Entretanto, na prática, os lefebvristas acabam funcionando como uma Igreja paralela, materialmente distinta, pois organizam suas estruturas com governo, disciplina e administração sacramental independentes das autoridades da Igreja, sobretudo do Papa.
Podemos ver isso claramente: possuem tribunais eclesiásticos próprios, sagram bispos sem mandato pontifício, reordenam sacerdotes já validamente ordenados no rito reformado e administram o sacramento da Confirmação sob condição em fiéis já confirmados. Além disso, orientam os fiéis a não receberem os sacramentos de padres birritualistas nem dos sacerdotes dos institutos ligados à antiga Ecclesia Dei, por considerarem que estariam contaminados pelo "modernismo" ou pelo "acordismo".
Apesar disso, negam exercer uma jurisdição paralela, alegando jurisdição de suplência em razão de um suposto estado de necessidade (cuja impossibilidade tratei em outro artigo: A Impossibilidade do Estado De Necessidade Lefebvrista)
Seguem algumas citações de documentos magisteriais contrários às práticas lefebvristas:
Breve Charitas quae de Pio VI:
“Quanto à dúvida sobre consagrar ou não os pseudo-eleitos, ordenamo-lhes formalmente que não prosseguissem com a instituição de novos bispos, nem mesmo sob o pretexto de estado de necessidade, para não acrescentar novos interlocutores hostis à Igreja. Trata-se, de fato, de um direito que pertence unicamente à Sé Apostólica, conforme estabelecem as normas do Concílio de Trento, e que nenhum bispo ou metropolita pode arrogar para si. Caso contrário, somos obrigados, por dever do nosso múnus apostólico, a considerar cismáticos tanto os que consagram quanto os que são consagrados, bem como a considerar sem qualquer valor todos os atos que uns e outros vierem a praticar.”[7]
Constituição dogmática Pastor Aeternus, do CVI:
“[...]este poder de jurisdição do Romano Pontífice, verdadeiramente poder episcopal, é imediato: todos, pastores e fiéis, de qualquer rito e dignidade, estão a ela vinculados pela obrigação de subordinação hierárquica e verdadeira obediência, não só em matéria de fé e moral, mas também na disciplina e no governo da Igreja em todo o mundo. Desta forma, tendo salvaguardado a unidade de comunhão e a profissão da mesma fé com o Romano Pontífice, a Igreja de Cristo será um só rebanho sob um só pastor supremo. Esta é a doutrina da verdade católica, da qual ninguém pode se afastar sem perda da fé e perigo para a salvação.”[8]
Encíclica Quae in Patriarchatu de Pio IX:
“Qual o sentido, de fato, de proclamar o dogma católico da primazia do Bem-Aventurado Pedro e seus sucessores, e de ter emitido tantas declarações de fé católica e obediência à Sé Apostólica, quando as próprias ações contradizem abertamente as palavras? A obstinação não se torna ainda menos desculpável quanto mais se reconhece a obrigação de obediência? A autoridade da Sé Apostólica não se estende além do que estabelecemos, ou basta ter comunhão de fé com ela, sem a obrigação de obediência, para que a fé católica seja considerada segura?”[9]
Encíclica Commissum Divinitus, do Papa Gregório XVI:
“Nas palavras de São Leão, que continua falando sobre a Santa Sé de Pedro: “É necessário que a Igreja em todo o mundo esteja unida e apegada ao centro da unidade católica e da comunhão eclesial, para que quem ousar se afastar da unidade de Pedro entenda que já não participa do mistério divino”. [...] Assim como quem não se reúne com Cristo, quem não se reúne com o Vigário de Cristo na terra, claramente dispersa. Como pode alguém que destrói a santa autoridade do Vigário de Cristo e que infringe seus direitos reunir-se com ele? É por meio desses direitos que o Papa é o centro da unidade, que ele tem a primazia da ordem e da jurisdição, e que ele tem o pleno poder de nutrir, governar e reger a Igreja universal.”[10]
Enfim, durante quase uma década fiz parte do movimento lefebvrista, com a graça de Deus, a tempo percebi que essa posição se trata de uma novidade eclesiológica. Como foi ensinado pelo Magistério: há uma única Igreja, com um só corpo e uma cabeça, e é nela que os fiéis devem permanecer unidos.
Referência
[1] Declaração de 1974 do Arcebispo Marcel Lefebvrehttps://sspx.org/en/news/archbishop-marcel-lefebvres-1974-declaration-48902
[2] Sermão do Arcebispo Lefebvre sobre as Consagrações Episcopais de 1988.
https://sspx.org/en/1988-episcopal-consecrations-sermon-30926
[3] TISSIER DE MALLERAIS, Bernard. Is there a conciliar church? Dominicans of Avrillé, 2015.
[3] TISSIER DE MALLERAIS, Bernard. Is there a conciliar church? Dominicans of Avrillé, 2015.
https://dominicansavrille.us/is-there-a-conciliar-church/
[4] BONIFÁCIO VIII, Papa. Unam Sanctam: Bula sobre a unidade da Igreja e a submissão ao Romano Pontífice.
[4] BONIFÁCIO VIII, Papa. Unam Sanctam: Bula sobre a unidade da Igreja e a submissão ao Romano Pontífice.
https://www.papalencyclicals.net/bon08/b8unam.htm
[5] LEÃO XIII, Papa. Satis Cognitum: Carta encíclica sobre a unidade da Igreja, n. 4. https://www.vatican.va/content/leo-xiii/en/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_29061896_satis-cognitum.html
[6] PIO XII, Papa. Discurso às representações dos grupos dos Institutos Médios Superiores de Roma. https://www.vatican.va/content/pius-xii/it/speeches/1949/documents/hf_p-xii_spe_19490130_gioventu-studentesca.html
[7] PIO VI, Papa. Charitas quae: Breve aos Cardeais da Santa Igreja Romana, Arcebispos, Bispos, Clero e povo do Reino da França, N.10.
[5] LEÃO XIII, Papa. Satis Cognitum: Carta encíclica sobre a unidade da Igreja, n. 4. https://www.vatican.va/content/leo-xiii/en/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_29061896_satis-cognitum.html
[6] PIO XII, Papa. Discurso às representações dos grupos dos Institutos Médios Superiores de Roma. https://www.vatican.va/content/pius-xii/it/speeches/1949/documents/hf_p-xii_spe_19490130_gioventu-studentesca.html
[7] PIO VI, Papa. Charitas quae: Breve aos Cardeais da Santa Igreja Romana, Arcebispos, Bispos, Clero e povo do Reino da França, N.10.
https://www.vatican.va/content/pius-vi/it/documents/breve-charitas-quae-13-aprile-1791.html
[8] CONCÍLIO VATICANO I. Pastor Aeternus: Constituição dogmática sobre a Igreja de Cristo. https://www.vatican.va/archive/hist_councils/i-vatican-council/documents/vat-i_const_18700718_pastor-aeternus_la.html
[9] PIO IX. Quae in Patriarchatu. Roma, 1 set. 1876, n. 23. https://www.vatican.va/content/pius-ix/it/documents/enciclica-quae-in-patriarchatu-1-settembre-1876.html
[10] GREGÓRIO XVI. Commissum divinitus.
[8] CONCÍLIO VATICANO I. Pastor Aeternus: Constituição dogmática sobre a Igreja de Cristo. https://www.vatican.va/archive/hist_councils/i-vatican-council/documents/vat-i_const_18700718_pastor-aeternus_la.html
[9] PIO IX. Quae in Patriarchatu. Roma, 1 set. 1876, n. 23. https://www.vatican.va/content/pius-ix/it/documents/enciclica-quae-in-patriarchatu-1-settembre-1876.html
[10] GREGÓRIO XVI. Commissum divinitus.

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